Como conseguir um namorado no ensino médio

Dicas para estudar com o namorado. Muitos estudantes concluintes do ensino médio já estão pensando no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Para conseguir sucesso na prova e, consequentemente, uma vaga em universidades públicas e particulares, muita gente se prepara montando uma rotina exaustiva de estudos. Calma, galera! O ensino médio marca um período empolgante, mas que pode trazer muito estresse. Como está se conhecendo, você talvez tenha percebido que se identifica como um cara gay, panssexual ou bissexual. Arranjar um namorado no ensino médio pode ser difícil, e encontrar alguém para amar enquanto se descobre pode ser ainda mais complicado. Depois de meio ano de isolamento, deprimidíssimo, engordando como um porquinho e sem conseguir trabalhar no que eu mais amo, que é ilustração, pegando freelas e devolvendo o dinheiro porque não conseguia produzir nada, decidi ser um pouco egoísta e ir me mudar como eu tava planejando desde o ano passado. Você acha difícil encontrar uma namorada no ensino médio? Bem, aqui está uma ótima maneira de atrair uma garota especial, popular ou tímida, atlética ou intelectual. Com um pouco de esforço, você causará uma boa impressão nela, como nenhum outro cara. passos Parte 1 de 3: Descubra sua imagem. Seja você mesmo! Receba notificação quando Como (não) conseguir um namorado for atualizada Faça sua conta no Spirit e Adicione na Biblioteca, assim você será avisado quando tiver um novo Capítulo. Você também poderá deixar seu Comentário / Favorito estimulando o autor a continuar a História. Arranjar um namorado é muito fácil, basta aceitar um convite de encontro e desenvolver melhor a situação. Quando estiver com a outra pessoa, lembre-se de manter a calma, ou seja: Conversar e conhecer mais coisas sobre a outra pessoa. Andar de mãos dadas. Fazer 'coisas de casal', como ir ao boliche, brincar no recreio e comer juntos. Um dos principais papéis do namorado no ensino médio é caminhar com a garota até a sala de aula, mesmo que ela seja do outro lado da escola. Caso estejam na mesma sala, caminhe com ela até a próxima aula e conte uma piada. Despeça-se no meio do caminho e vá para sua próxima aula. Dê apenas um gostinho de como seria tê-lo como namorado. Desde 2008, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) além de servir como exame avaliação de ensino médio nacional e principal forma de ingresso dos estudantes no ensino superior, também passou a ser o responsável pela avaliação de jovens e adultos acima dos 18 anos que desejam conseguir o certificado de conclusão do ensino médio, função que era antes do Enceja (Exame Nacional para ... Escolha um bom tema para conversar conseguir uma namorada no ensino médio. Dizendo oi e ter um grande tempo juntos é uma ótima maneira de fazê-la perceber que você, no entanto, quando chegar a hora, você deve ter a capacidade de colocar o seu dinheiro onde está a boca e realmente falar com a menina. Pergunta: me falta o 2º e 3º do ensino medio e preciso do diploma completo para fazer um curso como faço para conseguir quinta-feira, 03 outubro 2013 Pergunta: ola presciso de um certificado do ensino medio mais e original mesmo aquardo resposta

Tenho invejo e não sei como parar com esse sentimento ruim

2020.08.29 20:00 PatoPatolina Tenho invejo e não sei como parar com esse sentimento ruim

Tudo começou quando conheci as mídias sociais da minha cunhada. Sim, eu estou num relacionamento e meu namorado sempre escondeu quem era a irmã dele. Até que um dia ele me mostrou o Instagram dela. Caralho, tô mortinha de inveja. Já chorei até de raiva. Meu namorado fica puto quando fala dela e diz que ela é burra e nem gosta do namorado dela ( é mais velho que meu namorado mas vive de YouTube a lá Felipe Neto). E pra explicar de onde vem minha inveja vou desabafar as merdas que eu sinto/passo na vida. Nos somos imigrantes de países diferentes, i vivemos num terceiro país, viemos por razões econômicas de estudo e trabalho. Falamos a língua local. Mas eu dou aulas de outro idioma e sou formado com mestrado na área de exatas e to aprendo o idioma do país dele, sim eu já sou fluente em 4 idiomas. Ele é programador. Pra conseguir estudar e trabalhar aqui é dar conta da vida eu saio de uma aula as 12:15 e preciso pegar um as 12:20 pra chegar em meu trabalho. E como é part time eu não tenho intervalo. Ou seja eu só tenho café da manhã e janta. E tá melhor que meu antigo trabalho que era camareira num hotel cinco estrelas. E a inveja é pq a minha cunhada é mais velha que eu e nunca precisou bater um prego na barra de sabão. Só tem ensino médio, não sabe editar vídeo ( o canal dela é mostrar a minha vida - e de fato ela edita mal pra caralho, inclusive os TikTok são mal feitos ) e basicamente ela tem 10x mais views quando o namorado dela aparece. Mas ainda sim consegue monetizar os vídeos e ganhar dinheiro. Meu namorado qualifica como ruim mas eles vivem disso. No dia que chorei foi quando resolvi ver um vídeo e lá mostrava os lindos joelhos sem manchas e ela mostrava como eram as quartas-feiras lindas de academia comida saudável, Netflix e cuidados de skin care, e eu me sinto uma merda por que meu joelhos ganharam um tom preto/roxo por causa do meu trabalho de camareira que eu tinha que limpar os banheiros de joelhos e fazer as camas de joelhos( as exigências de limpeza são enormes, e super puxado eu abri meu pulso, duas infecções urinárias pq não podia fazer xixi e um travamento enorme na coluna depois de seis meses de inferno consegui outro trabalho) mesmo assim não consegui me livrar das manchas. De tão detonador que era. E eu chorei de inveja, caralho eu mal tenho tenho tempo pra cuidar de mim. Pq eu tenho que trabalhar, em dois empregos mais aulas particulares pra conseguir juntar dinheiro pra estudar e ficar legal nesse país,não quero voltar pro Brasil . Pagar aluguel e pagar algumas contas. Não sobra pra comprar uma blusinha ou uma calcinha, se for necessário eu tenho o suficiente pra comprar em uma loja de usados o que não tá em mais condições de uso ( olha que eu remendo minhas roupas). Eu nem sei o que é comprar algo novo numa loja mais. Meus produtos de beleza é o sabonete, shampoo e condicionador e creme hidratante na promoção que achar no mercado. Enquanto isso minha cunhada ganha mil produtos e nem faz review, só recebidos. Pra mim a vida sempre foi horrivelmente dura, ou me formava ou seria pior, ou eu aprendia mais dois idiomas mesmo tendo dislexia, ou nada. Muita ralação, pra ver gente levando uma vida super mansa. Postar vídeo falando que é vegetariana mas posta foto comendo peixe, e até calzone de queijo com presunto. E ganhar refeição grátis de restaurante. Pra completar meu combo descobri que sua sogra foi modelo, o sogro foi fotografado de celebridades de revistas de moda. Eu tenho sobre peso, diria que minha beleza é mediana pra baixo. Como é que vou encarar a família dele quando tiver que visita-los no natal? A situação é de um jeito que sou eu que tem que aprender o idioma deles pq eles não precisam aprender algum que eu fale( nem o básico inglês) l. E sim eu tenho inveja da dita aí que parece que nunca precisou botar a cara no sol, e já tem botox e afins quanto eu torrei toda a minha grana pra conseguir imigrar e minha vida parece que nunca vai pra frente. Mesmo eu me dedicando pra caralho, fazendo curso on-line e outro presencial, trabalhando e tudo. Pq se eu não fizer isso eu nem sei se vou conseguir comer, ou conseguir ficar. Eu me sinto horrível por ter esse sentimento mas é simplesmente frustrante ver o quanto eu fiz e nunca consegui o emprego em minha área. Eu basicamente sobrevivo de dar aulas que diga-se não dá muito dinheiro vc precisa trabalhar as vezes 12 horas ao dia pra conseguir alguma grana. ( 12 horas de aulas fora planejamento) um horário tão apertado que nas suas horas livres vc tem que planejar. Eu só tenho livre os domingos depois das 5 da tarde. Ai eu vejo minha linda cunhada indo viajar, indo comer em restaurantes que mesmo que eu pudesse eu não posso pq to trabalhando. Não dá. Simplesmente morro de inveja. Tenho amigas que sempre insistiram pra eu fazer a influencer . Mas pra quem já deu bom dia pra colega de trabalho e o bicho mostrou o pinto pq vc “deu mole” ou outras merdas. Simplesmente não quero colocar minha vida em risco. Na verdade eu não sei como não rola medo de assédio e talz. Pra mim era horrível na engenharia, as vezes a gente tava na biblioteca e via caras a masturbar-se olhando pra vc. Gente que se achava no direito de te tocar pq vc era a única mulher.... Enfim, me apavora. Adoraria ter a vida dela sem precisar pagar o preço. Por favor me ajudem a ser uma pessoa melhor, pq eu não to conseguindo.
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2020.06.26 08:41 CoalaMolhado8 O dia que quase empatei uma F*da

Olá, Luba, gatas, editores, papelões, possível convidado e turma que está a ver.
Essa história não é algo envolvendo cococo, mico ou chifre, é só algo realmente triste que eu queria compartilhar pq veio a tona recentemente.
Nota: sou gaúcho então pode fazer o sotaque se quiser.
Quando eu tinha uns 15 anos, e tava no primeiro ano do ensino médio, eu gostava de uma menina, vamos chamar ela de Carls. Um dia a Carls me chamou pra uma "festinha" na casa de uma amiga nossa que vou chamar de Larls, perguntei quem ia na "festinha" e ela falou "Eu, a Larls, a Narls, o Parls e o namorado da Larls." Eu pensei, blz eu vou e talvez lá eu vou tentar ficar com a Carls. Chegou o dia da festinha e eu fui até a casa da Larls, todo cheio de mim pq achei que ia conseguir ficar com a Carls, chegando lá, meu coração se quebrou, descobri que a Carls, estava namorando um cara chamado Sarls, que era amigo do Varls(namorado da Larls). Naquele momento me senti muito mal pq eu já conhecia a Carls a muito tempo, e achei que ela me falaria quando ela começasse a namorar. Como qualquer pessoa que teve sonhos sentimentos e esperanças destruídas eu fiquei devastado. Passei boa parte da noite chorando em um canto, na esperança de que ninguém me visse. Acontece que a própria Carls me viu e foi falar comigo, conversamos e ela me acalmou bastante, fiquei um tempinho isolado antes de voltar pra multidão para as pessoas não notarem que eu estava mal. Voltando pro grupinho, conversamos, fizemos algumas brincadeiras (inclusive o Varls conseguiu jogar uma garrafa da varanda do prédio e acertar uma lata de lixo do outro lado da rua). Passou se mais um tempo, e as meninas deram uma ideia de fazer cookies. Elas se retiraram por algum tempo, e nesse momento, eu, Varls, Sarls e Parls ficando conversando. E por algum motivo Varls começou a me xingar muito por estar sofrendo pela Carls, eu não aguentei e voltei a chorar, o Sarls começou a me defender enquanto o Parls quebrou e não sabia o que fazer. Quando perceberam a briga as meninas foram ver o que estava rolando, e a Larls também começou a dizer que eu estava estragando o rolê e que eu tinha que esquecer a Carls, pq ela estava com o Sarls. A discórdia foi plantada e eu saí do lugar pra ao menos chorar em paz. O Parls, foi me acalmar depois de fazer geral parar de brigar. (Eu ate pensei em ficar com ele naquele dia - sou bissexual). Voltei pro resto do grupo de novo, dessa vez sem nem pensar em esconder que estava chorando, até pq já tinha o feito no meio de todo mundo. Comemos os cookies e assistimos um filme, e como era de se esperar só eu e Parls assistimos o filme. Acabou o filme e fomos dormir. A Larls e o Varls forms pro quarto dela, enquanto o resto ficou na sala. Eu e Parls no sofá e a Carls e o Sarls no chão. Antes de dormir chorei mais um pouco, até que percebi uma certa movimentação vida do chão, quando percebi que os dois coelhos no chão estavam praticando a tal da Ré no Kibe, Tchaco tchaco na butchaca, vapo, sesgo, molhando o biscoito, sapeca iaiá, entre outros derivados. Eu pensei em mandar eles pararem e terem bom censo, mas acabei chorando ainda mais e deixando eles terminarem pq eles tinham sido muito legais comigo a noite inteira e eu tinha "Destruído o rolê" segundo o Varls. Essa é a história de como eu fui espectador de uma xuxada na bolacha... Obrigado a todos que ficaram até aqui, blá blá blá =30
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2020.06.23 01:31 AdaoOPaiDaHumanidade SOU BABACA POR NÃO CONSIDERAR MAIS MEU IRMÃO COMO MINHA FAMÍLIA?

Olá lubixco, editores, falecidos papelões (E PEKEANU REEVES <3), Jean (possivelmente) e turma que está a ver. Bem, a história é realmente muito longa já aviso, então já vai pegando aquela água para se manter hidratado.
Sou irmão mais novo de uma família de dois irmãos, meu pai morreu quando eu tinha dois anos e meu irmão mais velho foi criado pelo meu avô, o que fez eu ter crescido boa parte da minha infância com minha mãe, ela sempre foi uma pessoa difícil de se lidar (essa explicação longa vai ajudar para contextualizar a história), talvez em parte pela morte do meu pai, ela constantemente gritava comigo e brigava comigo por querer atenção, dizendo que era uma criança irritante e algumas vezes me agredindo fisicamente por incomodar ela quando ela estava querendo ver televisão, minha mãe nunca deu muito certo com trabalho, o que levou meu avô a sustenta-la a maior parte da vida dela já que ele era funcionário público e ganhava muito bem mesmo depois de aposentado, aos meus oito anos eu, minha mãe, meu irmão e meu avô passamos a morar juntos no mesmo apartamento por conta de meu avô começar a desenvolver Alzheimer e Parkinson, o que fazia do mesmo precisar de cuidados especiais. Devido a isso todos nós precisávamos cuidar dele, e com todos quero dizer meu irmão e eu, já que minha mãe sofria de obesidade, hipertensão e diabetes. Meu irmão é sete anos mais velho que eu, logo ele tinha 15 anos na época. Foi um período difícil para todos nós até meu irmão se formar no ensino médio com dificuldade por precisar a cuidar do meu avô.
Após ele se formar, minha mãe que já era um tanto abusiva, gritando e batendo em nós, até mesmo nos chamando de inúteis e dizendo que se arrependia de nos ter feito, se tornou ainda mais controladora, não permitindo que ele fizesse faculdade porque precisava que todos cuidassem de nosso avô, apesar de termos dinheiro suficiente para fazer tudo isso e ainda contratar alguém para cuidar dele.
Os anos foram passando, e eu me tornei um adolescente recluso que não tinha muitos amigos, apenas alguns poucos amigos virtuais que eu fiz através de jogos, comecei a desenvolver ansiedade e depressão por conta doa convivência com minha mãe, fora o estresse de cuidar de meu avô junto de meu irmão, sem falar que minha convivência com meu irmão era um tanto superficial.
Um dia eu recebi a noticia que um dos meus amigos que fiz virtualmente, a quem eu contava tudo que acontecia comigo, havia cometido suicídio por conta depressão, isso me marcou muito, e fez eu ficar semanas sem conseguir me alimentar, não contei para a minha mãe por ela sempre ter ridicularizado tudo que eu sentia e nunca ter sequer me deixado ter um tempo para sair de casa e ter amigos ou me divertir, minha vida sempre se resumindo a escola e casa, acabou que o único espaço de felicidade que eu encontrei foi nos jogos e nas pessoas que conhecia neles, e agora naquele momento a primeira pessoa que pareceu se importar em como eu me sentia de verdade tinha morrido, me senti sem chão, e não tinha ninguém para quem falar aquilo, apesar da convivência rasa com meu irmão, que basicamente era conversar sobre jogos e animes, e muito raramente eu falava como me sentia, eu tentei dar uma chance e falar para ele o ocorrido, ele sabia das minhas amizades virtuais. Ele ficou surpreso na hora, mas então ele falou algo que de certa forma me machucou bastante 'O que você quer que eu faça?" aquilo me entristeceu de verdade, sei que ele não fez por mal e talvez ele só não soubesse como lidar com isso na hora, mas isso só fez eu me fechar mais e mais. No ano de 2015, minha mãe morreu de um ataque cardíaco, isso foi um momento bem preocupante na vida minha e do meu irmão, pois agora eu com 19 anos e meu irmão com 26 anos estávamos por conta própria para cuidar do nosso avô e tomar todas as decisões das nossas vidas, por um lado era bom, mas por outro estavamos assustados por não termos nenhuma base ou ajuda para como seguir com nossas vidas. Só que havia outro fator, nossa mãe era a curadora do nosso avô, em termos simples, ela era a responsável legal por usar o dinheiro dele em função de fornecer os melhores cuidados que ele pudesse, porém ela tinha uma irmã, nossa tia, as duas nunca se deram bem e nunca tivemos contato com nossa tia, e agora com a morte de minha mãe tinhamos que contatar ela, e nossa mãe sempre falou muito mal dela, porém devido a personalidade que minha mãe tinha e seu transtorno de bipolaridade (sim, ela tinha problemas de comportamento graves) nós não sabíamos o que esperar dela.
A principio a convivência com ela foi boa, ela parecia ser uma pessoa legal e simpática, eu comecei a fazer faculdade e meu irmão também, tudo parecia correr bem, só que em Fevereiro de 2016 meu avô faleceu, e como ele era o provedor de tudo em casa, estavamos preocupados quanto ao dinheiro, só que muitos anos atrás antes de ficar doente, ele havia me perfilhado para caso ele morresse eu recebesse uma pensão através dele até meus 24 anos. Problema de dinheiro resolvido, porém aos poucos minha tia se mostrou ser abusiva e controladora, não, ela não batia em nenhum de nós, mas controlava nosso uso da internet e reclamava de nos ver jogando ou vendo animes, para ela a nossa vida deveria se resumir a estudar, estudar e estudar, quando saíamos de casa para fazer algo, era sempre aos lugares que ELA queria, na época eu queria acreditar que ela estava apenas preocupada com nosso bem, até aquilo se tornar muito sufocante para mim, acabei por conhecer uma garota gaúcha através da internet, enquanto eu era do Rio de Janeiro, eu gostava muito dela, porém o namorado dela era abusivo e isso acabou nos afastando porque ela não enxergava isso e se achava a errada da história por conversar comigo.
A faculdade também acabou sendo horrível e eu queria mudar de curso, porém não me foi permitido porque tudo que eu sentia vontade de fazer me era recusado por "não dar dinheiro". Eu acabei me afundando mais ainda numa profunda tristeza e frustração constante, até que no ano de 2019, sentindo constantes pensamentos suicidas, acabei voltando a falar com alguns amigos da época de ensino médio, e junto deles com a menina gaúcha que eu conheci, ela havia terminado com o namorado e voltamos a conversar, acabou que nos reaproximamos bastante e ela começou a me ajudar bastante, ela também admitiu gostar de mim e disse que queria ter algo comigo, porém havia um amigo meu do ensino médio que também gostava dela e eu não queria magoar ele, só que ela mesma havia dito que já havia rejeitado ele por diversas vezes. Então acabamos por começar a namorar a distância, estava até com planos de me mudar para lá e começarmos uma vida juntos, porém quando minha tia descobriu, ela surtou dizendo que a menina só queria arrancar meu dinheiro e mais nada e me proibiu de continuar falando com ela, mais uma vez tudo que eu queria estava me sendo tirado, por fim eu decidi confronta-la e isso resultou em ela confiscar meus celulares, cartões de banco ao qual me dava acesso a conta que minha pensão era depositada, me ameaçando até mesmo de cárcere privado.
E só consegui me livrar daquilo porque meu tio ajudou, me levou para a casa dele, conversou comigo e com ajuda dele, recuperei minhas coisas, me mudei para o Rio Grande do Sul e estou morando com minha ATUAL NOIVA agora e construindo minha família. Porém eu me importava ainda com meu irmão, apesar dele nunca ter sido tão próximo emocionalmente de mim, então dividi todo o dinheiro que havia ganhado na metade e depositei metade do dinheiro na conta dele, para assim ele poder terminar a faculdade, ainda hoje ajudo a pagar o plano de saúde da minha tia que é muito caro, apesar dela nunca ter usado ele para nada. Faço isso por acreditar que meu avô iria querer que esse dinheiro ajudasse a todos da família. Porém até hoje sou visto como errado, aquele que abandonou a família, e nenhum deles se preocupa comigo, quando falam comigo é somente para falar de dinheiro e nunca sobre mim. Nem mesmo meu irmão demonstrou alguma simpatia ou preocupação quando eu mandei uma mensagem para ele, dizendo tudo que eu sentia sobre tudo que aconteceu. Ele nem se importou. E ainda por cima, quando conseguiram meu contato foi apenas para dizer o quão eu sair de casa estava prejudicando a vida e futuro do meu irmão, que ele estava com depressão por tudo isso e que eu era egoísta que tirei o dinheiro que deveria ser deles, mesmo que eu tenha deixado 50% de tudo o que tenho para ele apenas por consideração, sendo que a pensão é só minha. Estou mandando esse texto porque não sei se sou o errado ou não, já que é o que eles fazem parecer ser e eu me sinto machucado por realmente não poder esperar nada de bom emocionalmente falando vindo deles.
Segue o link dos prints da "conversa" (E sobre o meu tio no print, descobri que era mentira sobre meu irmão querer falar comigo, meu tio fez isso para tentar nos reaproximar).
https://imgur.com/a/gXsvNps
Então, sou babaca por não conseguir sentir mais nada de afetivo pela minha família?
PS: Quando eu tiver saco vou falar sobre conversas que eu e minha noiva tivemos com aquele meu "amigo" que estava afim (AINDA) da minha namorada durante toda essa situação frustrante e da briga que isso deu, porque minha desgraça não para por ai :"v
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2020.06.02 17:43 marqlui Sou babaca por achar que meu namorado é um banana?

Olá, Luba, editores, inexistente possível convidado e turma q está a ler! <3
Eu namoro há quase 1 ano e meio um grt q conheci no 1º ano do ensino médio (estamos no terceiro). Vamos chamar ele de Carls. Enfim, ele se apaixonou por mim primeiro, mas eu demorei mtt para me apaixonar por ele pq ele sempre foi um cara sem um pingo de determinação e eu nunca admirei pessoas assim.. E quando eu digo isso, quero dizer q ele é mtt passivo com a própria vida, ele deixa o pai controlar todas as esferas da vida dele, praticamente: o pai dele controla o seu corte de cabelo, as suas roupas, a sua hr de dormir e, pior!, vive se intrometendo na faculdade q ele vai fazer.. e o Carls nunca soube dar um basta no pai pq teve criação muito abusiva (e a mãe n faz porra nenhuma, deixa o babaca do pai dele fazer o filho de gato e sapato!).
Desde antes de namorarmos, eu já me preocupava com esse problema dele e tentava incentivá-lo, pois queria q ele defendesse sua dignidade diante desse pai merda.. (Ele já é até diagnosticado com ansiedade e já chorou mtt conversando cmg por causa das atitudes desse nice pai).
O problema é que, há quase 3 anos eu falo os meus melhores conselhos, eu dou mil sugestões, eu até me atrevo a falar com os pais dele para defendê-lo.. mas o Carls n toma nenhuma atitude. O pai dele BATE NELE quando é contrariado, a mãe n defende ele com unhas e dentes como deveria e, como o pai é policial, meu namorado n tem coragem de denunciar o pai por esses maus tratos..
E, como eu disse, estamos no ano de vestibular, o ano de focar em conseguir uma vaga pra facul.. Ent eu quase n converso mais com ele pq tô estudando mas, nas poucas vzs q conversamos, é só disso q falamos. E eu até deixo de estudar às vzs pra gente conversar por horas sobre isso, mas n adianta: há anos q conversamos durante hrs, madrugamos sobre isso e temos sempre a msm conversa.. e ele nunca põe um freio no pai, ele subestima a própria situação, ele ri do "defeitinho do pai" (sim, ele trata o problema como uma bobeira) diz q "é difícil dizer não" e fala para q "eu n fique chateada se ele aparecer com o cabelo cortado, pq se ele se recusar a cortar o pai dele bate nele"..
Isso tá me fazendo perder a admiração por ele.. Tô começando a achar q ele é um banana com o pai: ele não reivindica os direitos de filho q deveria ter, deixa o pai fazer o que quer, sem limites e tá optando fazer facul de medicina (sendo q ele quer fazer física) para atender as expectativas desse nice pai. Eu juro q dou meu melhor, dou os melhores conselhos q consigo, passo noites pensando em como ajudar o meu amor.. mas, no final, eu acabo remoendo isso mais dq ele próprio. Ele age como se isso fosse brincadeira, enquanto eu fico dando conselhos q ele n ouve. Há mt tempo eu penso em terminar com ele pq n quero mais ser como uma muleta q n é o suficiente para ajudar ele a andar e pq preciso focar mais nos meus estudos q eu tanto deixo de lado para ajudá-lo.. Há meses, eu tento dar mil chances para ele mudar, já fiz td q estava ao meu alcance, já disse q isso tava prejudicando até o nosso namoro, mas ele n muda.. Ent acho q vou terminar. Eu amo muito ele, nossa história é a melhor coisa q me aconteceu, mas n tenho mais forças para continuar com uma pessoa omissa a si msm.. Digam- me, com sinceridade, eu sou babaca por isso?
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2020.05.25 18:23 Apectocio As vezes fico com raiva de não ter condições boas

Olá! O meu nome é Gian tenho 16 anos o meu sonho é ser um grande programador a minha inspiração é ser como Bill Gates mas eu tenho um grande problema que a minha família e eu não tenho condições para fazer um curso e ainda estou no ensino médio, até que e conheci uma pessoa que vez a diferença na minha vida, que é o namorado da minha prima ele é um programador pleno e quer que eu realize o meu sonho de criança, ele me ajudou me deu um curso de c# na udemy que ainda estou estudando, até que semana passada eu vi uma notícia que Harvard está com cursos de programação de GRAÇA quando eu li isso eu gritei pq é uma coisa inacreditável até que eu li toda a notícia e... O certificado ter que pagar e é muito caro! Esta custando uns 90 dólares cada curso, eu pedi para a minha família, eu vi nos olhos deles que queriam me ajudar mas não conseguem e essa crise da pandemia está começando a afeta a minha família, eu já vi todo curso mas eu quero o certificado para ver algo que conquistei, eu estou pensando em fazer uma vaquinha online para conseguir esse certificado que tanto eu quero, e falem se vale a pena fazer uma vaquinha, e esse é o meu desabafo
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2020.05.06 04:40 zelda_gilmour Letargia da quarentena

Faz bem pouco tempo que eu entrei nesse sub, então não sei bem como começar esse desabafo. Desde de que começou essa pandemia eu não levei tão a sério (isso la em janeiro com os casos na China). Eu fiz varios planos pra esse ano, eu queria poder arrumar um emprego, fazer uma faculdade, começar uma academia e tentar melhorar aminha auto estima, fazer terapia, estudar mais inglês, foram inúmeros planos por água abaixo quando a quarentena começou. Porém eu continuei procurando emprego, mandando currículos para trabalhar em hospitais como assistente, secretaria ou qualquer coisa, pq eu nunca fiquei parada, minha vida toda foi estudar estudar estudar, mesmo depois do ensino médio fiquei fazendo curso e fiquei trabalhando numa empresa durante 7 meses. Tirei o ano de 2019 para fazer dois cursos da minha área, e foi um ano sufocante pra mim, com os dois técnicos me sugando e a minha ansiedade me destruindo, eu quase não consegui terminar um deles, estava sempre cobrando mais e mais de mim, nunca me sentia aquilo que acreditava ser o suficiente, eu fiquei muito desanimada. Toda a minha ansiedade foi somada a minha péssima relação comigo mesma, com meu corpo, com minha personalidade, minha capacidade, tudo era uma razão para eu me sentir mal, eu sempre odiei me sentir assim. Era uma coisa que ia me sugando, eu deixava de ir a aula para voltar para casa e poder chorar em paz, sem ir para aquele lugar que eu odiava. Esse ano chegou e estou completamente estagnada, a unica coisa util que faço é cuidar da casa. A questão é que sempre fiquei muito pilhada ao longo da minha vida com essa coisa de produtividade, mesmo nas férias escolares eu ficava estudando ou lendo para me sentir melhor, se não eu iria me sentir mal por desperdiçar um tempo que eu poderia produzir. Com essa quarentena e com a crise, eu comecei a repensar sobre minha área, sobre meu futuro, e sobre minhas perspectivas. A profissão que escolhi e que amo, que me dediquei enquanto fiz os dois cursos, não me oferece nenhuma visão minimamente promissora, pelo contrário, oferece um salário médio mediocre para o tanto que estudamos e temos que estudar pra conseguir um emprego, sendo facilmente substituíveis por qualquer “sobrinho que mexe no computador” (Caso esteja se perguntando, trabalho com arte e design gráfico). Conversei com meus pais sobre isso e eles me desmotivaram a respeito da minha area, a unica pessoa que ainda me apoia com minha carreira é meu namorado, mas me sinto completamente vazia. Todos os dias quando termino de cozinhar e limpar a casa, eu simplesmente não sei o que fazer, eu não sinto mais aquela ansiedade de precisar produzir e me aperfeiçoar, produzir pra que? Me questionei em mudar de area e fazer outra coisa, mas esta segunda opção ainda me soa quase irreal, eu sinto um enorme vazio, não sei quando essa quarentena vai acabar, e quando acabar terei que encarar isso, eu me sinto completamente vazia, desmotivada, perdida, apatica, e deprimida com isso tudo. Sinto que tudo que faço é em vão, e o que ja fiz é completamente incompetente por não ter conseguido nada, isso faz eu me sentir muito infeliz, pq sempre coloquei expectativas e ambições no meu sucesso profissional, é o melhor que posso oferecer de mim mesma, é a única coisa que me daria orgulho de mim mesma, após todos esses anos me sentindo péssima comigo mesma em tudo.
Desculpe pelo texto gigante, e obrigado por ler até aqui
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2020.03.08 03:12 Vani001 Me sinto muito insegura por ser ligeiramente estrabica

Meu estrabismo é baixo. Nem todo mundo consegue perceber, na verdade. Tem pessoas que logo de cara já perceberam mas tbm tive amigos que me conheceram a vida toda e nunca notaram, quando eu comentei.
Hoje fui tirar um documento pra empresa e nas anotações da parte de "anomalias" ela anotou que eu era estrábica. Quando eu era mais nova já teve pessoas que zombaram de mim, principalmente no ensino médio ou fundamental.
Mais adulta, soube que uns amigos de um namorado meu ficavam me chamando de vesga. Não sou feia. Já tive vários namorados e tal. Mas me sinto muito insegura com isso.
Não consigo olhar ninguém no olho pois fico com receio da pessoa notar. Pior que não tem como tratar pois como só tenho um estrabismo leve, a médica não pode fazer a cirurgia, e não tem mais nada o que possa fazer.
Piora um pouco se eu fico sem usar óculos por muito tempo ou estou muito cansada. Entre meus amigos isso é praticamente um tabu. Ninguém comenta isso na minha frente, e já percebi que se o assunto passa a ser estrabismo a pessoa muda de assunto. Recentemente tava com um grupo de amigos, e uma amiga minha (bem próxima mesmo) foi zombar de alguém q tinha estrabismo. Me senti super constrangida. Mas tenho certeza que ela nunca deve ter percebido o meu pois senão não teria comentado isso (é bem próxima minha mesmo).
É horrível tar nessa situação :(
Não tenho o que fazer. Pior que eu queria virar professora na área em que atuo mas não vou conseguir ter que encarar uma turma inteira com as pessoas me olhando. Faz muito mal pra minha auto estima também
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2020.02.19 17:45 jogarfora2 Alguém conseguiu realizar um sonho de criança de emprego? Vocês estão hoje como se imaginaram quando criança/adolescente??

Vi um convite de formatura de uma antiga colega de infância, naquela época com 8 anos de idade ela já se dizia que ia ser médica obstetra, hoje, vejo que ela está se formando. Fiquei feliz por ela, porém com uma ponta de inveja.
Sou advogada e é algo que nem gosto nem nunca sonhei, escritórios não estão contratando, não consigo cliente e quando alguém me pede algo, não quer pagar, concursos estão aos escassos e a concorrência é altíssima. Fiz uma página no IG como me recomendaram aqui no desabafos e paguei uns posts patrocinados, ainda assim, até agora nada, só recebi alguns seguidores. Resumindo, fico o dia todo ociosa em casa, minha vó até me ofendeu falando que sou advogada de nada já que não tô trabalhando. Mesmo com concurso escasso acabei comprando um cursinho e material e vou ocupar parte desse tempo estudando pra algo que nem sei se vou conseguir.
Não estou onde queria estar ou achei que estaria, não posso me mudar com meu namorado pq não tenho um puto pra ajudar nas contas, continuo em um ambiente familiar que detesto e que me dá todo dia a sensação de que minha vida não vai mais pra frente, mandei currículo pra vagas de atendente e auxiliar administrativo até e nada.
Voltando ao assunto do título, quando criança queria ser bailarina e tinha muito talento, a professora pediu que meus pais me colocassem em uma.escola de balé melhor, só que eles decidiram que não pq: se não eu ia achar que poderia seguir na vida de bailarina e não podia, já que a única maneira de eu crescer na vida era estudando e fazendo ensino superior. E como você fala um negócio desses pra uma criança de 5 anos?? Só que com ensino superior olha só onde estou... No ensino médio era muito boa em matemática e física, queria fazer EFOMM, só que de novo: jogarfora2, você não pode fazer faculdade fora do estado, estudar fora é coisa de quem não gosta dos pais.
Putz, onde foi que minha vida deu errado?? Queria ter o poder de voltar no tempo, queria estar em outra posição agora. Ó, onde foi que errei??
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2020.02.10 18:27 Zarvinus Jovem stalker apaixonado platonicamente há 4 anos por uma garota clama por ajuda

Olá sub, resolvi postar isso aqui porque eu nunca contei isso para ninguém e acho que seria bom me abrir um pouco, mesmo que para estranhos :) (tem tl;dr no final)
Tudo começou em 2016, era metade do ano, quando chegou uma menina nova na escola que eu acabei conhecendo na fila do lanche e que me deu um sorrisinho, ela era muito linda em todos os aspectos e eu até pensei comigo mesmo: ''será que eu vou conseguir namorar alguém assim algum dia?''. Enfim, com o passar dos meses, eu, como um bom Dom Juan, não fiz nada. A moça citada claramente demonstrava algum interesse por mim, sempre ficava me olhando e mordendo a boca quando me via e eu só demonstrava desinteresse por covardia mesmo. O ano estava acabando, eu consegui mandar um ''oi'' para ela no último dia de aula e depois disso eu nunca mais a encontrei pessoalmente, já que ela foi fazer faculdade e eu estava começando o EM.
A história poderia ter acabado aí, mais um romance adolescente que não deu em nada, mas o edgelord solitário aqui ficou tão feliz por ter recebido atenção da garota mais linda do colégio (pior que não é exagero, todo mundo era maluco por ela e até hoje é assim) que ele não podia simplesmente dar um ponto final no processo.
Eu encontrei os perfis dela nas redes sociais, que vai do Facebook até algumas mídias sociais mais obscuras do início da década que ninguém usa ou conhece. Fiquei monitorando a vida dela por tempão e posso afirmar que eu posso até escrever uma biografia falando sobre os principais pontos que ela viveu.
Em 2017, ela arranjou um namorado e eu acabei ficando bem abalado com aquilo porque eu acreditava que ainda era possível ficar com ela (como? eu não sei, só o eu daquela época sabe agora), fucei o Face do cara ao mesmo tempo que eu olhava para o do dela, sei quase tudo sobre a vida e circulo sociais dos dois (vocês sabem como o pessoal gosta de compartilhar as coisas pelas redes), eles viviam mandando posts que estavam relacionados com o momento que eles se encontravam no público mesmo, então ficava bem fácil deduzir o que se passava no relacionamento do casal mencionado. Isso foi até metade de 2018, os dois terminaram e eu senti um misto de emoções, eu fiquei um pouco feliz por aquilo ter acontecido, mas triste por saber que eu perdia tempo stalkeando e desejando fim de uma relação de pessoas que eu nem conhecia direito.
Pouco tempo depois ela achou outra pessoa (tive o mesmo abalo de 2017), esse durou bem pouco, uns dois meses mais ou menos, e foi o mesmo procedimento do outro sujeito de cima, só que nesse caso os dois eram mais conectados pelo Twitter.
O reveillon estava chegando e eu estava passando as minhas maravilhosas férias dentro de casa perdendo tempo na internet e, como de costume, trabalhando incessantemente no estudo da vida alheia no que se refere, principalmente, na minha jovem donzela, até o momento em que olhando os stories da moça e percebi que ela estava com um namorado novo (choque de 2017, o retorno), ela postou imagens e gifs mostrando as viagens deles. Passou-se um tempo, a minha rotina de stalker continuava a mesma e a dela de compartilhar os detalhes da sua vida também. Entretanto, eu iniciei o abandono desse costume nessa época. Já teve momentos em que eu tentei escapar disso, mas era muito difícil porque era quase como drogas, tendo crise de abstinência e tudo mais. Só que o senhor aqui já estava ficando de saco cheio desse troço, e acabei notando que isso estava caminhando para outro patamar, porque teve minutos que eu olhava para uma dobra no tecido da cortina ou observava os desenhos de um azulejo e via o rosto dela (esquizofrenia intensified).
Hoje em dia eu já diminui esses problemas, tanto as minha vigias diária tanto as minhas ''alucinações'', mas ainda me pego vendo as coisas dela ficando mal por causa disso. Não estou pedindo exatamente por dicas ou ajudas (o título foi meio clickbait mesmo), só que se você tiver alguma pode mandar aí embaixo. Acho que a melhor ajuda que algum indivíduo pode me dar deve vir de mim mesmo. Ora, fui eu que tive a determinação para ficar seguindo os outros, mas que não teve o suficiente para chegar em alguém e dizer um simples: ''olá, qual é o seu nome, quer sair para lanchar''. Admitir os próprios erros é uma maneira de sair do buraco e, como eu falei logo no começo do texto, essas informações nunca saíram de dentro de mim. Alias, se alguém tiver alguma história parecida pode nos informar também, aqui todo mundo é anônimo mesmo.
Só para fechar (juro que está acabando), teve uma vez que foi o maior sinal que esse relacionamento que sempre quis ter com ela nunca ia acontecer de fato. Um pouco depois dela ter terminado com o primeiro namorado dela e antes do segundo chegar (meados de 2018), eu resolvi mandar algumas mensagens para ela e tentar alguma coisa. Ela não reconheceu de primeira, mesmo eu contando tudo o que se passou na escola, ela não conseguia se lembrar. O estalo na memória só aconteceu quando eu mandei uma foto minha (sim, eu fiz besteira) para ela, que mandou mensagens bem simpáticas dizendo que me reconheceu e que ficou feliz em me rever. Fiquei bem alegre e já imaginei milhares de situações onde nós ficávamos juntos, íamos ao shopping, passaríamos um tempo agarrados na cama e mais algumas fantasias de nerd fracassado. Aconteceu que falei para ela que eu também estava feliz, e disse que vi o curso que ela resolveu fazer nos status do Face e questionei sobre o que ele fazia, mas adivinha só? eu fiquei esperando ela responder, e só depois de um mês que eu admiti que ela nunca mais ia responder mesmo.
tl;dr: É o que o titulo diz, fique monitorando a vida de uma menina que vi no ensino médio por quatro anos e só estou admitindo isso melhor agora.
ps.: não sei se alguém vai falar isso, mas isso não é fanfic.
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2020.01.09 15:09 exsoldierakechi Algumas dicas que podem ajudar a conseguir ou manter um emprego.

Aviso post longo! Edit: Obrigado pelos silver ninja!
Colegas do reddit, tinha feito esse post na bolha mas como alguns comentaram pedindo pra trazer pra cá no tópico que fiz sobre a recepção deles lá ( https://www.reddit.com/brasilivre/comments/em3aas/a_bolha_%C3%A9_foda_mesmo_achei_que_era_exagero_mas/ ) Resolvi refazer o post aqui.
Talvez eu troque algumas palavras pois apaguei o post lá de desgosto, mas a idéia é postar aqui e talvez ajudar um ou outro que esteja precisando, as vezes dá uma força extra, vou adicionar alguns pontos que não adicionei antes que podem ajudar.
Lembrando que não sou do RH, trabalho direto na produção e faço a seleção de novos funcionários ou passo direto pra direção quando precisa ter alguma demissão, meu cargo é o intermediário entre um gerente e um diretor, a empresa tem cerca de 100 funcionários e não é nenhuma multinacional. Também acompanho contratações de pessoal pro administrativo ou dou sugestões e afins, então acompanho alguns casos. Boa parte das empresas que não são gigantes não tem um "RH" pra fazer contratações, afinal quem sabe a necessidade real da produção e o perfil necessário é quem tá todo dia no chão de fábrica.
Também vou comentar alguns empregos que você pode conseguir com pouco/nenhum investimento que podem dar retorno e tem uma demanda alta no mercado.
Alguns desses pontos pra você pode parecer discriminação, ou reclamação gratuita, mas eu não vim dizer que tá certo ou errado, só como é pela experiência nesse e em outros trabalhos.Bora lá!
Procurando emprego:
-Se você se formou depois dos 17 anos no ensino médio, é jovem e está procurando emprego, saiba que algumas portas já se fecharam pois isso pode ser mal visto por alguns patrões como preguiça ou falta de interesse, lembra quando os pais mandavam estudar? pois é. Então se você é jovem ou adolescente, corre atrás e vá estudar! Meu patrão mesmo já diz "se não quis nem estudar, quanto mais trabalhar pra valer".
-Acorde cedo. Se esforce e mantenha apresentável, vá em empresas e lugares que ninguém foi, mesmo que um pouco mais afastado. descubra onde é o polo industrial mais próximo da sua casa/cidade, vá até lá e veja quais são as opções. As vezes você pode dar sorte. Já tivemos muitos jovens que nem olhamos o curriculo com remela na cara as 11 da manhã e todo desleixado de chinelo entregando curriculo. Sei que tá dificil e desmotiva alguns, mas não desmotivar é o que te torna diferente e faz ser visivel a diferença só de olhar pra você.
-Tenha boas referências. Considerando a era que estamos é quase certeza que seu facebook vai ser visto. Nenhum empresa quer um funcionário que posta conteúdo racista e agressivo, um detalhe particular que minha empresa se encaixa é que ela corta automaticamente quem posta que bebe demais domingo a noite. Pois já tivemos vários problemas com funcionários faltando segunda feira por estar "com dor de cabeça".
-Empregos com insalubridade. Algumas pessoas podem ter receios mas boa parte deles tem uma demanda alta por novos funcionários e seguindo todas normas de segurança, você não vai ter risco algum ou quase nulo. Além do adicional que pode variar de 10 a 40%. Vale lembrar que isso não se aplica a todas as vagas.
-Saiba com quem falar. Observe a empresa, quando for entregar um currículo abra o site dela no celular, da pra ter noção do tamanho só de ver as fotos ou se a mesma nem tiver um site. Se for uma empresa pequena, tente falar diretamente com alguém responsável, seja simpático mas não force a barra, pois as pessoas costumam estar ocupadas, mas com sorte elas tem ali 1~2 minutos pra falar com você. Não esqueça de agradecer pela pessoa pegar o currículo ao menos olhando ela nos olhos e não aquele "bigado" já saindo andando.Isso é muito mais fácil em coisas do tipo mecânica, eletricista, borracharias e outros comércios com trabalho mais puxado, pois costumam ter poucos funcionários e geralmente é só o dono e mais um ou dois.
-Olhe o crachá das pessoas. Caso entregue um currículo ou qualquer coisa do tipo pra uma recepcionista, porteiro ou afins, olhe o crachá da pessoa se possível e diga "bom dia, fulano", "obrigado fulano" e "conto com você fulano" quando se despedir. Isso cria um vínculo mesmo que leve e a pessoa vai se lembrar melhor. Além do psicológico do "conto com você" dar uma motivação extra involuntária. Tratar as pessoas como pessoas e não como uniformes ajuda bastante.
-Pegue empregos indesejáveis. As vezes você se formou em algo como ciência da computação mas só tem emprego vago no McDonalds? Paciência, emprego é emprego, e as contas não perguntam de onde vem o dinheiro mas tem que ser pagas de qualquer forma. Não é humilhação servir os outros, e é algo que até mesmo diretores de empresa tem que fazer as vezes.
-Está dificil, mas não impossível. Você procurou em todos lugares? tem disponibilidade pra ir pra longe? foi em LITERALMENTE todos os lugares possíveis? Ficou de olho naquele Subway ou Burguer King que acabou de inaugurar? viu algum canteiro de obras mais informal ou alguém construindo uma casa num bairro afastado? Vale a pena dar uma conferida, o que você tem a perder?
-Seja oportunista da forma certa. Pode parecer pesado mas infelizmente se alguém sai, outro precisa entrar. Se alguém perder o emprego existe uma boa chance de a vaga dessa pessoa estar disponível. As vezes não era o perfil dela, ou ela arranjou algo melhor. Vale a pena falar com a pessoa se tiver a abertura pra isso.,meu cunhado arranjou um trabalho de garçom após ir na despedida de um amigo que foi morar no exterior dessa forma.
Dicas pro currículo:
-Adicione o campo de estado civil e idade. As vezes uma empresa pode querer um perfil de funcionário específico. Minha empresa contratou um jovem essa semana pois precisavamos de pessoas dispostas a aprender um trabalho do zero que não da pra aprender em cursos por aí. Então não podiamos pegar ninguém mais velho pra não trazer vícios de outros empregos. Por outro lado, pra uma função de maior confiança, a contratação foi de um pai de família pois por ele ter dependentes, ele arriscaria menos tomar decisões que pudessem causar uma demissão. Se está certo ou errado eu não sei, mas eu sei que na hora de desempatar são coisas que contam.
-Se você não tem vícios, escreva "Sem Vícios". Mas não faça isso se você bebe/fuma/usa drogas, pois quando descoberto pode causar vários problemas. Algumas empresas que trabalhei tem isso como um diferencial na hora de desempatar. Minha empresa por exemplo trabalha com produtos inflamáveis então se você fuma, seu "intervalo" pra isso acaba sendo maior por precisar sair das dependências dela pra isso por exemplo.
-Não encha linguiça. Aqueles campos que o povo adiciona objetivos, seja direto e claro. Não fique com textinho "Garanto desempenhar minhas funções com dedicação e bla bla bla" Porquê não adiciona em nada e 90% dos casos sabemos que você nem lê aquilo, quanto mais nós.
-Saiba destacar seus pontos fortes. Se você tem horários flexível, consegue trabalhar sob pressão, pontualidade e afins, adicione em um campo com seus talentos. Não force a barra pra não parecer exagerado, apenas 2 ou 3 pontos que você enxerga em você. Um dos maiores diferenciais em alguns empregos em empresas um pouco maiores que pode colocar é "facilidade em observar soluções pra problemas comuns" caso você de fato consiga fazer isso (e não seja pau no cu com isso caso contratado, saiba falar).
-Muitos empregos curtos em sequência sem crescimento mancham seu currículo. Como vão contratar alguém que ficou 6 meses em cada lugar, 4 lugares diferentes seguidos, em empregos "de entrada/mínimos"? Se você não conseguiu manter um emprego além do período necessário pra coleta de benefícios do governo, em alguns lugares isso pode afetar. Me lembro de ver um currículo uma vez e dizer "caraca, esse cara tem muito experiência" e o dono só comentar "ele tem é pouca estabilidade... olha a data de entrada e saída de cada lugar que trabalhou e o tempo de intervalo entre eles." Cada caso é um caso mas isso pode influenciar.
-Se você está disposto a trabalhar fora da sua área, marque isso no currículo. E omita algumas qualificações que não adicionam muito, dito isso;
-Tenha 2 currículos diferentes. Um pra sua área de formação/pretenção e um pra uso geral. No de uso geral você não vai adicionar "domínio de javascript" por exemplo pois um chefe de padaria não vai nem saber que porra é essa e vai achar que você é um universitário super caro e não alguém desesperado. Saiba quando e onde entregar cada currículo.
-Sempre tenha um currículo quando possível. Nunca se sabe quando você vai dar um rolê no shopping com alguém e vai ver um "procura-se". Não é vergonha aproveitar uma chance, e se estiver com um namorado(a)/marido/esposa/etc , ela deveria dar total apoio pra você aproveitar uma parada rápida. Está com mochila/bolsa? Curriculo dentro.
-Se você tem filhos, adicione "Casado, com filhos". Isso aumenta em alguns casos a questão da confiança de você querer manter o emprego, e em um eventual corte (como já ocorreu em um emprego anterior) o patrão falou "já que vamos cortar, corta quem não tem filhos antes..." Já me disseram que isso é ilegal mas independente disso, PODE acontecer.
-Mantenha o currículo em bom estado, sem amassados, com escrita decente, fonte clara (Arial ou Verdana) e sem firulas demais.
-Se inscreva em agências regionais e sites,mas não se prenda a eles.
-Quanto mais tempo você fica parado, mais dificil é arrumar trabalho, tenha isso em mente e não desista, não é impossível.
Dicas pra entrevista
-Não se atrase. E não adianta reclamar que o entrevistador atrasou ou como isso é injusto. Ele também tá errado mas ele já ta com o dele garantido. E você nunca sabe o motivo pelo atraso. Eu mesmo já atrasei uma entrevista em 40 minutos pra resolver um problema urgente de um cliente que trouxe uma economia de 300 mil pra ele. Você vale 300 mil pra empresa? O candidato perdeu a vaga por surtar com o atraso.
-Se vista adequadamente, fale adequadamente, seja simpático e sincero. Não force ou seja falso só seja você mesmo. Uma dica é falar como se estivesse falando com um professor que está corrigindo sua prova. Ele não tem motivos pra ter raiva de você mas ele espera seu melhor pois ele quer você ali, se tudo começar a sair uma merda, ele não vai ter interesse.
-Não dê respostas prontas pra perguntas prontas, não tente aumentar histórias, ser inconveniente ou enrolar o cara. pra cada entrevista que você vai o entrevistador faz 10x mais e vai te bater por simples experiência. Não diga que sabe algo que não sabe.
-As vezes ele não vai com sua cara, e não vai te contratar, as vezes por bons ou maus motivos. Mantenha a porta aberta e seja educado ainda assim, e "te ligamos" não é um não disfarçado sempre. As vezes a pessoa tem mais de uma boa opção e precisa analisar as opções.
-Se prepare. pesquise a empresa, o site, leia relatos em sites como Glassdoor e LinkedIn, saiba sobre o lugar que vai trabalhar. Você vai passar ao menos 1/3 do seu dia lá dentro.
Dicas após contratado:
-Não se atrase, não falte, não enrole, faça seu trabalho. Não tente ser esperto, não vacila!
-Não é porque existe "atestado médico" que a direção é troxa e não sabe que você está abusando. Use com bom senso pra não ficar queimado.
-As vezes você vai fazer coisas que não são da sua área. Isso faz parte e muitas vezes não é ideal, mas 5 minutos a mais no fim do dia quando você vê seu chefe carregando algum material urgente ou precisando imprimir alguma coisa e levar em outro setor urgente não vão te custar nada e dão destaque. Só não pode ser algo diário, mas em exceções é o que faz a diferença.
-Aprenda sobre o trabalho dos outros. Se você tem flexibilidade pra andar por outros setores, falar com funcionários (falar, não enrolar), observe o trabalho, pergunte como faz, se mostre interessado. Ajude o setor que empacota a fechar caixas, passa durex, da uma força. São esses funcionários que fazem a diferença. Vale lembrar que isso não se aplica a todas vagas ou lugares. Na empresa onde trabalho a moça que entrou com salário de 700 reais como recepcionista 15 anos atrás hoje é a administradora geral que cuida de todo escritório, RH e financeiro, e tem salário de mais de 6000 só com uma graduação de adm, e um dos pontos que ela sempre comentou foi "no final do dia eu anotava tudo que fiz no dia em um caderno e tudo que ia ter pendente no dia seguinte, assim eu sempre sabia o que precisava e um dia tinha uma informação crítica aqui que passou despercebido por uma das vendedoras. Fui promovida na hora".
-Nunca dê 100% de si, dê 90%. Assim quando a empresa passar por uma correria, ou aperto, você pode dar 100% sem se desgastar e pode fazer a diferença.
-Aproveite as oportunidades de horas extras quando puder. Além do dinheiro extra, você se mostra alguém comprometido.
-Não fique pendurado no celular, enrolando no banheiro, ou fazendo coisas que claramente você perde tempo. Ninguém é burro de não perceber a longo prazo. Caso tenha necessidade disso por emergência ou dor de barriga, discretamente comente com um superior ou alguém responsável como "nossa, comi alguma coisa que pesou, seloco" ou algo do tipo. Ou se está esperando o contato de alguém importante.
-Siga as regras. Não roube materiais da empresa pois você vai se queimar nela e em várias oportunidades futuras. Não assedie os/as colegas de trabalho, não importa o quão bonito/a ele/a seja. Mantenha o profissionalismo (E se a empresa autoriza relacionamento entre funcionários E for reciproco, mantenha fora do local de trabalho).Não grite por mais que seu chefe grite ou aja igual babaca, mantenha o nível, saiba respeitar e exija respeito.
Dicas de bons empregos pra se procurar:
-Professor de Inglês : boa parte do reddit ao menos tem um inglês razoável. Se você consegue falar bem e explicar a um nível aceitável, Escolas de inglês SEMPRE estão procurando professores. E eles vão te treinar totalmente sobre como fazer isso. Escolas mais fuleiras (como a DataByte ou Microlins) costumam pagar entre 10 e 15 reais a hora, e em minha entrevista ele estava tão desesperado que não tinha ninguém pra fazer a entrevista em inglês e só pediu pra ler 2 paginas de um livro e já era. Em escolas intermediárias (PBF, CNA, etc) o salário pode ser de 12~18 reais por hora (alguns sendo registrado por dias, como empregos convencionais) e a entrevista geralmente é um teste escrito e uma curta conversa. Em escolas de mais nome (Cultura Inglesa, Wizard-onde trabalhei-) O salário inicial é na faixa de 18~19 reais a hora, após 6 meses se dedicando é normal te darem turmas pra cargas de até 100~120 horas mensais caso você tenha interesse. Isso sem experiência anterior, sem certificado ou requisitos absurdos, só saber falar e explicar, e eles ainda te dão curso/treinamento completo caso precise sobre postura em sala, liderança e afins. Quando saí de lá após 4 anos já tinha salário de 26 reais a hora, MUITOS contatos com ex alunos, colegas e pessoas legais e ajudou muito no crescimento profissional. Nada mal pra um emprego que não exigiu experiência, todo semestre tinha 2~3 contratações e um ambiente extremamente aconchegante e animado de trabalho(porém puxado). Muitos colegas tiveram seu primeiro emprego lá e acabaram pegando amor pelo trabalho e hoje são excelentes professores. Faça um simulado de TOEIC online e se você acertou 60~70%, muito provavelmente você já tem o nível necessário pra dar aula, ao menos da língua. Além de desenvolver MUITO meu vocabulário com detalhes novos, eu e outros professores não tinhamos problema algum em tirar duvidas bobas ou formas de explicar pra colegas menos experientes.
-Lanchonetes de fast food: Não preciso nem dizer pois é o emprego de entrada, quase sempre tem vagas, mas é um trabalho miserável, porém da pra pagar as contas.
-Aux de Enfermagem: Involve um custo inicial pra estudar, mas tem muita oferta de trabalho em UPAS (eles terceirizam alguns funcionários pela rotatividade alta), é um trabalho DOENTE de puxado mas rende um salário bom geralmente em escala 12/36. Além de te dar experiência invejavel pra area da saúde. Vale a pena se você não sabe o que quer da vida e tem vontade de entrar nessa área.
Técnico em Química: Isso depende muito da região mas minha empressa é dessa área, e sofremos MUITO, MUITO MESMO com a falta tanto de profissionais qualificados quanto de gente começando na área. Já tivemos funcionarios com seus 19 anos, que oferecemos pra PAGAR os estudos pra ele subir de cargo da expedição pro laboratório e ele não quis por "ser complicado", não é um curso fácil mas não é um bixo de sete cabeças. A técnica mais antiga aqui tem salário de 5000 reais e não tem faculdade. Inclusive vale analisar que alguns cargos da area simplesmente não tem um curso preparatório e precisam ser aprendidos em campo e com o tempo, então tudo nessa area tem uma boa perspectiva de carreira.
Empregos "Trades": Encanador, Eletricista, Mecânico e afins de qualidade sempre estão em falta. E muitos deles estão abertos a ter um "aprendiz", se você as vezes tem seus 15~16 anos, e conhece algum daqueles pequenos de bairro, ofereça pra ficar 2~3 horas depois da aula alguns dias só pra aprender como é, são empregos que pagam bem e tem falta de bons profissionais. Além de abrir uma porta pro futuro.
Bom é isso ai, espero que seja útil pra alguns de vocês, qualquer duvida posso tentar responder aqui e desejo boa sorte na caçada de 2020!
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2018.08.28 02:58 itsvictornunes Daqui a alguns dias faço 26 anos....

e estou há 2 fodendo anos desempregado, nunca consegui um emprego de carteira assinada mesmo com 2 cursos técnicos nas costas, no máximo um estágio de alguns meses mas foi contrato de trabalho, de resto tenho conseguido ganhar uns trocados com alguns bicos que vou fazendo esporadicamente e só...
Nada no meu nome,sem um puto no bolso, nenhuma perspectiva profissional no futuro exceto o fato de estar estudando pro Enem pra quem sabe conseguir uma facul de Sistemas da Informação ou História... Graças a deus minha avó ainda pode me proporcionar um teto e comida, além de ajudar com alguns gastos, tipo a taxa do Enem, ela não me pressiona nem nada no sentido de conseguir um emprego mas eu vejo que as coisas tão meio apertadas, meu namorado também me ajuda com algumas coisas, talvez minha vida amorosa tenha sido a única coisa que tem dado certo por enquanto já são 8 anos com ele.
Eu me sinto tão estagnado, eu me lembro que quando estava lá no ensino médio costumava viajar imaginando como eu estaria aos 20 anos, pensava que já estaria com a vida ganha, morando fora de casa, tendo meu próprio dinheiro, viajando, só sucesso... Alguém poderia ter colocado meus pés no chão mas sei lá, o momento do país, o humor das pessoas, tudo naquela época inspirava o otimismo em relação ao futuro e eu era um adolescente, não me culpo de ter sido "Alice" mas é tão frustrante chegar até aqui e ver que não consegui realizar praticamente nada desses sonhos e tal...
Enfim acho que nunca passei por um momento tão pessimista em relação ao futuro e só queria tirar isso do peito mesmo.
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2017.06.01 17:25 Jukeboss- Quando eu fiquei com a garota que eu gostava, mas tudo deu errado

Bom dia. Há alguns dias atrás, aqui no /brasil, presenciei um ato de coragem, no qual uma user relatava uma crônica escatológica de altíssimo nível. Não tenho como intuito superar tal drama, queria poder não ter passado por tal situação. Se o meu eu de hoje encontrasse o meu eu daquele fatídico dia, diria: não vá. Mas, isso não aconteceu e eu fui para o que deveria ser uma noite de diversão, mas foi de uma série de acontecimentos errados, dignos de roteiro do Fargo.
Em um sábado, durante a tarde, estava conversando no MSN (rip) com uma guria no qual eu gostava desde o primeiro dia do ensino médio. Estava no último ano, então podíamos dizer que eu era BFF dela, embora eu quisesse tentar algo desde sempre, nunca havia tido a oportunidade, dado que ela só ficara solteira havia pouco tempo e dito que queria ficar de boas. Papo vem, papo vai, ela usando o famigerado “vs” para o você. Eis que ela me convida para um evento. Bom, não foi exatamente um convite, e sim um

vou lá no hoje a noite com umas amigas, vai tbm pra gente se veeeer”.

Disse que pensaria no assunto, porque precisava cuidar da casa. Na verdade eu tinha partida combinada com o clan de DotA no RGC, e àquela altura da situação entre nós, eu já tinha desistido dela ficar comigo.

Acabou que de última hora, algum escroto (eu te odeio com muita força, cara, você podia ter feito eu evitar tudo isso) desmarcou a partida de dotinha e não fechamos um time. Olhei pro relógio e dava tempo de ir pra festa, só teria que arrumar uma carona. Mandei mensagem pra 4 chegas, perguntando quem ia e quem poderia me dar carona. Arrumei uma carona que chegaria em 20 minutos. Me aprontei com a minha melhor vestimenta, uma camisa preta, um jeans escuro e um coturno preto (nada descolado, porque naquela época o conceito hipster era novidade até em cidade grande, então tudo que eu sabia usar era preto). Passei meio litro de perfume, só muitos anos depois descobri que isso é tão ruim quanto não passar perfume. A carona buzinara lá fora e prossegui para o evento.

Entrei com o colega da carona. Não era exatamente uma festa, mas um daqueles barzinho com espaço bem amplo pro povo tentar se pegar numa suposta pista de dança, enquanto tocava música eletrônica. Acho importante ressaltar que eu nunca me dei bem com esse tipo de ambiente, sempre fiquei muito nervoso em locais cheio de estranhos, abafado etc. Eu mal havia entrado e já não me sentia bem, queria ir embora. Já havia me arrependido de ter ido, mas teria que aguardar a carona, porque era distância de quase uma hora andando de volta pra casa.
Como não tinha mais jeito, pensei "tá no inferno, bora sentar no colo do capeta”, comprei um copo enorme de cerveja (ou pelo menos era o que estava escrito num cartaz rudimentar) e fui bebendo, enquanto andava pelo local totalmente perdido, já não sabia mais onde estava meu colega. Eis, que encontrei a garota no qual eu era apaixonado e ela estava absurdamente linda, eu nunca havia visto ela tão arrumada e com vestes tão curtas. Bebi toda a suposta cerveja de uma só vez, voltei até o balcão e comprei outra. Respirei fundo, estufei o peito, fiz força com o braço flexionado, pra parecer fortão (estava enganando quem?), segurando o copão de cerveja, ajeitei a postura e caminhei lentamente até ela. Estava me sentindo confiante. Era hoje! E realmente era, eu só não sabia exatamente a que custo. Na minha cabeça, estava andando como um daqueles caras de comercial de carro importado, que chegam no local todo pimposo e as mulheres se derretem, mas na realidade acho que eu deveria estar marchando igual um pato em direção a pata.
Ela me viu, sorriu, ou riu, não tenho certeza hoje em dia. Dei um beijo naquele belo rosto, erramos os lados e quase nos beijamos. Ela riu. Nós rimos. Ela pediu licença para as amigas e nos sentamos numa espécie de puff para dois. Lembro que ela ficava ajeitando a barra do vestido. Nem sequer lembro o que conversarmos, só sei que eu fui bem virjão e falei que gostava muito dela, que ela estava linda etc. E ela sorria muito. Reparei que as amigas estavam todas olhando pro nosso rumo, de forma nada discreta. Não sei exatamente o que aconteceu. Só percebi que ela veio pra cima e nos beijamos. Ficamos cerca de 10 minutos nos beijando. Ela se afastou, sorriu e disse que precisava ir ao banheiro. Concordei, me ofereci de acompanhar ela até a porta, ela disse que não precisava, mas que logo voltava. Ela mal levantou do puff e eu senti o demônio, ou melhor a legião toda. Foi numa única repuxada dentro do intestino que eu percebi que as coisas não estavam bem. Mal tive tempo pra dar aquele soquinho no ar de vitória por ter beijado a guria, pois minhas mãos se concentravam em apertar a barriga. Levantei rapidamente pra ir até o banheiro masculino, que era no sentido oposto do feminino. Andei até lá segurando o brioco, num movimento muscular de fecha e trava. E a barriga assoprava a trombeta dos 13 infernos, com barulhos que não sabia que era possível vir de dentro de um ser humano.

Logo que me aproximei do banheiro, avistei uma fila que me fez lacrimejar, era enorme. Parei atrás da última pessoa na fila, enquanto suava frio e tremia, e toda minha concentração física, psíquica, mental e espiritual se concentravam em tentar travar o anus com mais força possível. Eu mentalizava “vai dar, se concentra, calma, tu consegue, você vai conseguir, força”. E cerca de infinitos 30 segundos que nunca passavam, percebi que eu não iria sobreviver naquela fila. Eu tinha que sair daquele lugar, o mais rápido possível. Me dirigi ao caixa, que como era muito cedo ainda, não tinha fila. Dei minha comanda, paguei as cervejas. Havia dado 30 reais, somando a entrada, devo ter dado 50 na mão da mulher. Não esperei por troco, não era humanamente possível, já não estava pensando, só agia. O pensamento estava totalmente concentrado em confabular com meu intestino, tentando chegar a um acordo impossível.
Comecei a andar em direção a minha casa, tentando encontrar um banheiro público. Cada passo era uma repuxada de dor, eu seguia fazendo a milésima série de apertar e travar o anus. Minha camisa já estava toda ensopada. Andava como se tivesse pernas de pau, com medo de abrir demais as pernas e não conseguir controlar a situação. Após andar uma rua inteira, percebi que a situação estava mais controlável. Aparentemente eu estava ficando muito bom em dialogar com meu corpo. Me senti um daqueles monges do Tibete, que conseguem controlar a temperatura do corpo, ou algo assim. Experimentei acelerar o passo e consegui. Naquele momento eu era a pessoa mais feliz do mundo. Eu conseguia respirar mais calmamente e a dor cessara. Acontece que a felicidade é ínfima. Mal completei mais duas ruas e senti minha barriga vibrar e a legião voltara a urrar como se estivessem prontos para adentrar os portões celestiais, mas no caso era sair da minha bunda mesmo. Até aquele momento, nada havia saído, absolutamente nada. Mas no momento do vacilo, falhei em segurar um gás quente, foi breve, mas longo o suficiente pra perceber que algo estava morto dentro de mim há dias. Era um cheiro pútrido de morte, que fez meus olhos lacrimejarem e tive um ataque de ânsia. Voltei a tremer e apoiei numa parede. Percebi que não chegaria em um banheiro. Já tinha dúvidas se iria sobreviver. Sentia que a podridão estava se alastrando pelo meu corpo. Pensei em agachar ali na rua mesmo e deixar rolar. Quando dei por mim, havia carros passando, não era rua deserta, tão pouco era escuro o suficiente para que tivesse um mínimo de dignidade. Analisei minha situação. Precisava encontrar um local seguro, pois tinha certeza que não seria um momento breve. Olhei ao redor, enquanto tremia e exercia com muito mais afinco o apertar e travar. Vi muros altos, percebi que não conseguiria pular eles. Vi um muro mediano e também vi uma câmera de vigilância. Por fim, no outro lado da rua, vi uma bela residência, com muros baixos, cercadas por palmeirinhas. Era ali que o meu flagelo terminaria. Estava decidido, era o que o destino havia me reservado e eu o abraçaria com força.
Manquei até a entrada da residência, aguardei que não tivesse nenhum carro transitando na rua e encostei meu corpo na mureta, deixei que meu próprio peso me conduzisse pelo muro acima, não queria arriscar fazer movimentos acrobáticos enquanto todas minhas forças musculares se resumiam a um único músculo. Cai pelo outro lado, destruindo um canteiro de flores. Engraçado, é que naquele momento, tudo piorou. A dor, a intensidade dos barulhos, o suor, até a visão estava turva. Achei que fosse desmaiar ali mesmo. Comecei a desabotoar a calça, descer o zíper, apenas implorando por mais uns segundos de força. Então um carro passou e percebi que eu ainda estava exposto, pois quando um carro vinha em direção da casa, iluminava muito a mureta e a luz passava pelas palmeiras. Com medo de ser visto, denunciado ou coisa assim, fui agachado com as calças na altura da coxa, até a entrada da casa, que ficava em uma espécie de curva em L em relação ao portão, então não estaria mais exposto. Verifiquei as janelas e todas luzes estavam apagadas. Fui até o rumo da porta, pra verificar se não ouvia nenhum barulho lá de dentro. Ao me aproximar da porta, senti o tranco final. O músculo havia falhado e pude sentir todo o meu corpo cedendo, desistindo de mim e se entregando àquela fatídica bomba infernal. Vi um tapete escrito “Bem-vindo” e tentei puxar ele, mas lembrei que havia a cueca para puxar. Optei pela cueca. E senti aquela rajada descomunal sair. Era como se os piores cheiros do mundo estivessem em um só local e esse local fosse o meu intestino. Eram fezes com gases saindo com a pressão de um tiro de espingarda. O alivio foi mais instantâneo do que miojo. Eu já não tremia, já não sentia dores, tudo que eu fazia era torcer pra ninguém abrir a porta. O cheiro sequer me incomodava mais, era praticamente um perfume satânico, um presente pela sensação de estar finalmente livre. Devo ter demorado cerca de 10 minutos. Rasguei a cueca e tentei limpar o que dava, como minha bunda, minhas coxas, beirada do coturno. Não foi o suficiente, larguei a cueca ali mesmo, e usei as meias para acabar o serviço. Quando finalmente havia abotoado a calça, olhei o prejuízo. Eu havia pichado a metade inferior da porta com bosta. Já não era mais possível ler o “Bem-vindo” do tapete. Havia respingos até perto das janelas. Me senti muito mal naquele momento, mas por dentro sorria de satisfação, não pelo ato em si, mas sim por estar bem. Alguns minutos atrás pensara que morreria. Pulei o muro e segui até a minha casa, enquanto o fedor me acompanhava. Cheguei em casa, joguei a calça e a camisa no lixo, deixei o coturno de molho e tomei um belo banho, super demorado e me deitei, estava exausto. Então me lembrei da guria. Lembrei que não havia dito nada pra ela. Lembrei que as amigas dela devem ter me visto indo embora como se estivesse muito bêbado ou muito doente. Torci pra segunda opção, era mais fácil contornar doença do que álcool.

Domingo, entrei no MSN e ela não estava online. Fiquei o dia todo olhando e nada. Na segunda feira ela não foi pra aula. Na terça, descobri por um amigo, que ela havia voltado com o ex, que aparentemente no sábado ela tinha saído com umas amigas, deu bosta lá (mal sabia que era literalmente) e ela ficou super chateada, encontrou com o ex, eles conversaram e ele convenceu ela a dar mais uma chance. Ou seja, eu fui o alicerce pra ela voltar com cara. E me fiquei me remoendo por muito tempo que talvez podia ter sido eu o namorado dela, que ela deve ter pensado que eu só quis dar uns beijos e vazei. Nunca conversei com ela sobre isso, não consegui imaginar um diálogo em que eu poderia simplesmente soltar um “precisei cagar e vazei”. Hoje, acho que eu teria dito numa boa. A casa em que eu caguei? De uma senhora de 85 anos, mãe do delegado da cidade. Não deu BO de aparecer no jornal, mas o povo mais velho da cidade, ou envolvido nos problemas da mesma, ficaram tudo sabendo, e chamaram de “ato de vandalismo sem precedentes”. Ouvi até os meus pais conversando sobre isso, que o vandalismo chegara num nível absurdo, que ninguém respeitava mais nada. Queria poder levantar e dizer “E se foi uma pessoa muito doente, que naquele momento não conseguiu segurar e quis um pouco de privacidade?” Nunca disse nada. Fiquei sabendo que o delegado chegou a comentar que encheria de porrada no filho da puta que fez aquilo. Tive medo de ser descoberto, até evitei aquela rua por muito tempo. Meses depois, um dia precisei passar por lá e vi que a casa passara a ter o muro mais alto da rua, com cerca elétrica.

Gostaria de agradecer o espaço do /brasil por esse desabafo, de algo que guardei por quase 9 anos comigo. Recomendo que vocês façam o mesmo com o que está preso no peito, ótimo pra tirar o peso da consciência

TL:DR: Era afim de uma guria por três anos, consegui ficar com ela numa festa, tive uma dor de barriga, precisei fugir do local, não consegui chegar num banheiro, pulei numa casa pra cagar no quintal, acabei cagando na casa da mãe do delegado da cidade. E a mina voltou com o ex, porque pensou que dei um fora nela quando sumi (pra cagar).

Edit: Editei uns erros, arrumei a flair e corrigi o filha, era mãe, no final. :bad:

Edit 2: TLDR adicionado.

Edit 3: Obrigado pelo ouro ikkebr, não esperava.
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